Amadora.
Ela mesma diz: "Confio mais na tinta que sai da bolinha da caneta, que em meus dedos que martelam o teclado em busca das melhores palavras para o texto".
Falastrona. E não se fala mais nisso.
Escreve tudo que lhe vem. É emotiva, sensível, rude, sonhadora, sedutora. Escreve tudo que o cérebro vê, o coração sente e o corpo escandaliza com todos os gestos possíveis.
É uma amante incorrigível.
Constam neste espaço os textos "poemados", e em Gabriella [SS & A] conta de contos, "causos", casos, coisas, fatos, fotos, diários, eventos.
Virginiana! Nunca soube misturar muita coisa além de café com leite, chocolate meio-amargo com Coca Cola e suor.
Prefere assim, separando os tipos, os tops e os topos.
Gosta de brincar com as palavras e, com mesma intensidade, gosta de esmiuçá-las, assim como quem come o farelo de pão que cai na mesa.